terça-feira, 20 de setembro de 2011

Muito prazer...



Tal qual Borges, comeria menos vagem, se pudesse refazer algumas coisas. Andaria muito descalço, assim como falaria coisas que ficaram engasgadas, chutaria aquela bola que estava sobre a linha e eu na hora titubeei e não pus o pé, e abusaria vez que outra da maionese, aquela com limão, bem branquinha...
Pra ilustrar melhor meu modo de ver, ouvir, tocar, sentir, participar deste maravilhoso mundo novo, tirei do baú um texto antigo, uma brincadeira de colegas de trabalho, mas que espelha de forma bem pessoal minha visão de coisas, situações e gentes. Tudo, logicamente, com uma pitadona de atualidade. Prazer... Este sou eu!

Nome: José Antonio Lamb, vulgo Tuty.
Nascimento: Dezessete de fevereiro de 1959, no bairro Niterói, em Canoas.
Signo: Aquário, com ascendentes e descendentes em todos os outros.
Hobby: Prefiro os atoalhados, meia-manga, sem estampas e em cores discretas.
Qualidade Pessoal: Tenho 17. Duas delas: senso crítico e espontaneidade.
Defeito Pessoal: Apenas 39. O vigésimo nono é o esquecimento. Não guardo na memória datas de aniversários, números de telefone, último dia de pagamento de contas...
Qualidade Que Mais Admira: Mentes abertas, pelo que eu entendo que seja uma mente aberta.
Frustração: Aos 52 anos, já pintaram várias. Futebolisticamente, então... Mas teve outras. Na família, nas amizades, no trabalho, sempre pintam situações frustrantes, só que temos de, lentamente, degluti-las (já diria o filósofo Zagallo).
Lazer: Sem nenhuma dúvida, um futebolzinho (sete, salão, campo, botão, gol a gol, na areia, futvôlei...). Depois, e por força do peso inexorável do tempo, já bem perto do futebol, uma bela caminhada “easy rider”.
Meta: Morrer (aí pelo começo do inverno de 2045, num final de tarde, um crepúsculo) como um velho novo. Não quero que minhas ideias envelheçam.
Família: Sou um pouco egoísta (defeito número 14), acho que posso tudo sozinho. Mas não posso. A família me acalma, alimenta (a cabeça) e lança de volta pra luta (ou vida?).
Mania: Muitos têm: ler no banheiro. Esporte... ahn... polícia... ahn... variedades... ah!
Paixão: Perdoem-me o plágio, mas “sem ela não dá!”.
Prato Predileto: Acho o “a la minuta” perfeito: arroz, bife bem passado, batata frita, ovo bem passado, uma saladinha de tomate e alface picadinha e um suco de laranja. Se tiver uma cumbuquinha de feijão, melhor. Fala sério: não dá água no antebraço direito?
O Que Mais Gosta: De falar com e ouvir pessoas interessantes. Não precisa ser inteligente, mas tem que ser interessante.
O Que Menos Gosta: De acordar de manhã cedo, numa segunda-feira de inverno, com chuvas e trovoadas, e ainda cheio de coisas pra fazer. Admiro demais os ursos.
Casamento: Alguns não dão certo e machucam. Outros dão certo e fazem crescer. Acho que tenho, hoje, um casamento adulto. Quanto à instituição casamento, hoje em dia, nesta altura do campeonato... Tenho lá as minhas dúvidas.
Televisão: De cada 3.634.852 brasileiros, oito por cento apenas consegue viver sem ela. Faço parte, sem nenhum trauma, dos noventa e dois por cento que não conseguem. Vejo tudo. De Globo Rural à Grande Família, de Jornal Nacional à CQC e Pânico na TV. Até o Faustão eu vejo, confesso.
Teatro: Acho importantíssimo, altamente educativo, uma coisa alegre, que não pode acabar nunca... Mas vou pouquíssimo. (Defeito 22)
Ator: Gosto de poucos. Jack Nicholson, Al Pacino, Dustin Hoffmann, Woody Allen, Nicholas Cage... e mais uns dois ou três. Só.
Atriz: Pelo status que conseguiu como mulher bonita, grande atriz, mulher atuante, participante... Jane Fonda. Grande Fonda. E bem abaixo dela tem a Meryl Streep, a Susan Sarandon, Cameron Diz, Jennifer Aniston... Deu. As outras são só bonitas.
Filmes: Muitos... Mas como esqueço muito das coisas (lembra do defeito 29 lá de cima), pensei agora e lembrei de seis deles: Estranho no Ninho, Expresso da Meia-Noite, Titanic, O Iluminado, Tropa de Elite e Se Beber Não Case. (Não aceito críticas – Defeito 29.)
Escritores: Leio pouco, apesar de tudo que envolve papel e letras na minha vida profissional. Livros grossos, então, nem chego perto. Taí um meu outro defeito (parece que é o 35º) que preciso urgentemente arrumar. Ah... escritores: Luis Fernando Verissimo.
Música: Pink Floyd, disparado. Depois tem Beatles, o finado Raul, Rolling Stones, Lennon, U2, Black Sabbath, Legião, a louca da Lady Gaga, alguns (poucos) gaúchos e, às vezes, uma lentinha, pra dançar junto.
Medo: De pessoas más, que não têm medos. E como tem.
Amor: Prefiro o misterioso, denso, total e todo. (Faça amor, não faça guerra.)
Humor: Prefiro o descarado, disperso, total e todo. (Faça humor, não faça guerra.)
Superstições: As comuns. Como não passar embaixo de agosto preto.
Bebida: Vinho, pepsi, velho barreiro, rum, gin, gin-tônica, campari, whisky, sprite, suco de tomate, sopa em xícara, red bull, cerveja, tudo. Não sou “nojento”.
Sonho: Que cessem as guerras. Que ganhe a paz. Se possível, de goleada.
Viagem: Depois que conheci Floripa, Garopaba, o Rosa e a Ferrugem, sinto que um dia volto pra lá pra ficar. Bem de cantinho...
Nota 10: Para os “Greenpeace” da vida...
Nota 0: Para qualquer tipo de preconceito...

PAZ PRA TODOS!

Sentimentos Antagônicos


As flores nascem às pencas, dia a dia, sol a sol
Ingnorando as lanças pontiagudas de cercas enclausuradoras
Belas, perfumadas, de matizes cmyk, rgb e até pantones
Enquanto pensamentos e palavras ferem, fétidos e fúteis
É gol! Grito... burburinho, ceva... bandeiras tremulando
Morreu! Capela tal... café preto... era uma boa pessoa...
Amemos enquanto forças tivermos
Nossas dobradiças enferrujarão inexoravelmente
Ao som de rock, funk, pagode... ou sem fundo musical
Silêncio que pode ser transporte ou sepulcro, sabe-se lá
Azul ou vermelho? Vista-se dos dois, e verde... amarelo... roxo!
Não critique... ajude. Não duvide... acredite. Não desista... faça.
Ame... ou não. Viaje... ou não. Tenha filhos... ou não.
Abra-se ao inusitado, à surpresa... Inove. Multiplique-se.
Banhe-se de chuva, de mel, de chantilly, de saliva...
Sorria de tudo, pra todos, em todo lugar, sozinho. É fácil.
E chore pipas pelo amigo, pelo time, pelo amor volátil.
Não tenha medo e cuide-se!
Feche os olhos mas, lembre-se, mantenha-os sempre abertos.
Amanhã é outro dia... e pode fazer um sol maravilhoso.
Ou chuvas, raios e trovões.
Escolha...
Afinal, as flores nascem às pencas, dia a dia...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Palavras são palavras...

Orquídea acordou estupefata, modorrenta e masmorra, embora a night posterior pudera tivesse foste divisa, quando aquele arquétipo galanteador saudita catapultou-se sobranceiro em direção ao seu colo refratário às pampas, mordiscando suarento seu belo par de sextos sentidos obrigatórios. Não conseguia esquecer os arfantes balbuciares de melodramáticos surrupios, cantarolados em uníssona consonância com piscadelas hereditariamente lânguidas. E movimentos frenéticos de púbis, peles, pelos e prosas pairavam poeirentos sobre pedaços de pessoas pitorescamente possuídas em posições quase psicodélicas, psiquicamente pensando. Ou o callhorda collorido caçoando com compllascência da cavernosa, callamitávell e cadavérica condescendência dos coitados cidadãos comuns, callçando com corpullenta comemoração cinematográfica a camiseta cllara com cores crepons e citação crivada em seu centro: "Companheiros, conseguiremos concentrar os corruptos nas cadeias, os comunistas comunicáveis, os canibais com comida, as coxas colladas, os crocodillos coaxando callmamente nos caudallosos córregos cristallizados que caem das cordillheiras de Creta, na Collômbia. Obrigado".

Agenciando uma solução

Trabalhei durante anos em uma microagência (Visor) dentro de uma mega-agência (MPM Propaganda), em um belíssimo prédio nos altos do Morro Santa Teresa, onde hoje está a sede-matriz da Net em Porto Alegre. Na época, eventualmente colocava textos meus no boletim interno da mega, uma vez que tive um bom relacionamento com um dos M da casa (Mafuz). Pra fazer uma média com o homem, com a MPM e também citar o nome de empresas de propaganda da época (portanto, se você é jovem, lembrará de muito poucas delas), criei este...



AGENCIANDO UMA SOLUÇÃO

Raul estava desesperado. As vendas de sua empresa, após o Plano Cruzado, despencaram nos gráficos. Sua produção diminuiu quase à metade. Dispensou vários funcionários e, pior, seus clientes começaram a desaparecer, a abandoná-lo. Os poucos amigos aconselhavam-o a investir o pouco capital que ainda lhe restava em uma campanha publicitária forte, algo capaz de reativar suas vendas e, assim, reassumir sua posição de destaque no competitivo mercado. Mas como? Que campanha? Que agência?
Raul começou a pensar no assunto...
Deveria ser algo em grande ESCALA. Algo que mesclasse TEXTO & ARTE, talvez com algum TRASSO de humor. O SÍMBOLO da campanha deveria ser o talento, a qualidade. A MENSAGEM teria que chegar DIRECTA, com grande EXPRESSÃO e com GRIFFO nos pontos que merecessem destaque. Para que obtivesse EXITUS, a mesma deveria trazer uma BOA NOVA aos seus clientes e um novo REALCE aos seus produtos. Usaria qualquer ARTEFACTO para reacender a CHAMA de seus negócios, para dar mais IMPETUS aos seus funcionários, EMPROL de um maior volume de vendas. Tal qual no futebol, precisava de um LÍBERO para travar as investidas dos concorrentes e, assim, vestir uma nova IMAGEM perante seu público consumidor. Raul precisava achar uma NOVA FORMA de COM TATO. Tinha que deixar a PORTABERTA a tudo e a todos. Porém, precisava pensar e agir em P.A.Z. e de uma forma ATIVA, detalhe por DETALHE. Haveria de ser um LANCE certeiro, seguindo uma LINHA única, que tivesse REFLEXUS diretos em sua produção e em suas vendas. Ele chegou a lembrar o passado: RAUL MOREAU alguns anos no Rio de Janeiro, onde fez parte de um GRUPO DE ARTE, e de onde trouxe uma IDEIA de grande expressão e muito OBJETIVA: a ideia da criação. Só que, agora, Raul sentia-se dentro de um BOX, parecia preso, sem ALTERNATIVA.
Pensa daqui, pensa dali, e eis o MODELO:  a solução para o seu problema era, sem dúvida, a MPM! E lá se foi Raul, Silveiro acima...

My friends...

Cada um de nós gostaria, tenho certeza, de poder agradecer a todas as pessoas que, de uma forma ou outra, fizeram parte de nossas vidas. Mesmo aqueles que, de tão rápido e fugaz, não sobra nem o nome. Eu, como sou meu empresário, editor, autor, chefe, boy, serviços gerais, faço e desfaço o que quiser nesse blog, achei por bem dispensar algumas linhas a essas almas que, mesmo até sem saber, tiveram importante papel na montagem de meu filme de vida, ou do making of, da minha novela da vida real, meu reality show, meu romance inacabado, meu passar por essas paragens...
Para todos, que arrolei aqui sem nenhuma ordem de parentesco, amizade, cronologia ou preferências pessoais, e até mesmo aos que eu provavelmente terei esquecido no final, um puta abraço e obrigado por tudo.
(A fudê: quando comecei a pensar nos nomes, e a escrevê-los, sempre os imaginei em páginas impressas, uma, duas, três páginas, no máximo quatro, sei lá... Demorô! Agora é blog, é virtual, é Ctrl C, Ctrl V, dá pra ir acrescentando um, dois, cinquenta, trezentos e vinte e sete, mil seiscentos e quarenta e nove nomes novos, pessoas novas, histórias novas, casos novos, amores novos, brigas novas, colegas, amigos, donos de fruteira, peladeiros de fim de semana, cobradores de ônibus... Ducaralho!)
Se, por acaso ou por cansaço visual, você não se achar nesta primeira lida, não dá nada. Várias, e várias, e várias e muitas várias outras lidas poderão ser dadas... E se mesmo assim o seu nome não aparecer, comente lá embaixo, me xingue, que logo em seguida o nome aparece, falô?! Era isso, respira fundo e mergulha aí embaixo. Grande abraço!
• Ari, Can, Zuzu, Aldinha, Lia, Alexandre, Bruno, Avelino, Rogério, Lupi, Delmar, Lago, Nicolau, Paulinho, Chico, Nei, Sonia, Marta, Cris, Nanda, Fátima, Flávio, Ivani, Alcebíades, Albino, Matias, Nubia, Susan, Rui, Itaissur, Laura, Uilson, Gueto, Lurdes, Alziro, Junior, Pinto, Ana Carolina, Ana, Carolina, Eber, Mafuz, Janice, Dorival, Valdur, Milton, Nilo, Arceu, Mário, Felipe, Eva, Almerinda, Ivanei, Renato, Gelson, Alice, Betinho, Tição, Zilio, Rodrigo, Thadyk, Melão, Maradona, Chituka, Isabel, Iran, Maria, Beth, Norton, Maninha, Sara, Débora, Lick, Buaes, Elton, Glênio, Aranha, Alda, Lilico, Nilo, Abraão, Medina, Zaida, Sergio, Luis, Evinha, Emilina, Ademio, Jucimar, Estela, Belkis, Judeu, Cabeleira, Luciano, Angela, Paula, Paulo, Raul, André, Pablo, Luis Mario, Luis, Mario, Fabrício, Bola, Bolinha, Félix, Cleusa, Melaine, Vera, Viegas, Harry, Magrão, Marciano, Wilson, Mergulhão, Neca, Monroe, Celi, Itamar, Luis Carlos, Thierry, Méme, Cátia, Silvio, Clarice, Hilda, Jacir, Bonetti, Lauro, Marília, Titila, Nenê, Vilmar, Solange, Valtinho, Homero, Camila, Luã, Fernando, Fabiana, Nolly, Keka, Tânia, Gregória, Porto, Fininho, Dilma, Alcino, Eda, Adeli, Castrinho, Tita, Inho, Ademir, Izaltina, Neuza, Marisa, Tiaraju, Clélia, Célia, Lucas, Goga, Marcel, Beatriz, Lulu, Gustavo, Urbano, Renata, Zezé, Delcina, Marilu, Roberta, Eladir, Alberto,  Henriqueta, Flavinho, Beto, Nico, Lucia, Zeferino, Oly, Rosca, Carmelito, Carmem, Márcia, Kleber, Alcides, Rosângela, Zanza, Artur, Lindoberto, Zeca, Amélia, Julia, Alessandro, Breno, Catio, Mana, Vicente, Gues, Cuca, Alvacir, Ivani, Clóvis, Chico, Ussan, Paulista, Bira, Burro, Olavo, Emir, Assis, Adilson, Nora, Zé Carlos, Carlinhos, Bonfim, Ubirajara, Marilisa, Sara, Borrega, Gugu, Pé na Cova, Batata, Mirinho, Adriano, Tadeu, Jomba, Luis Gomes, Isabel, Dari, Ottó, Albano, Ernesto, Lais, Camila, Pequeninha, Mariazinha, Dagmar, Bianca, Fabiano, Nathalye, Naiara, Dragão, Careca, Babi, Mari, Claudine, Durval, Joaquim, Bolha, Jorge, Antonio Carlos, Antonio, Carlos, Ivone, Jalva, Orlando, Carla Zen, Juarez, Lídia, Rubinho, Martins, Valquíria, Carol, Cledi, Nei, Silvio, Helena, Chico Quevedo, Pacheco, Lena, Liana, Marino, Ana Amélia, Gamboa, Fett, Beto, Chopp, Chuvisco, Tonico, Marcão, Uto, Jussara, Paulito, Rita, Torrano, Zito, Diego, Sadi, Chico Ely, Cabeça, Ben Hur, Namor, Heitor, Alfredo, Leila, Estela, Badi, Oma, Opa, Sthenio, Glória, Valdir, Louro, Tiquinho, Eva Molina, Mimi, Moza, Isolina, Francelina, Valderez, Zé Luis, Lúcio, Lúcia, Bruna, Evaristo, Pedro Macedo, Grego, Aldir, Pauletti, Deivis, Ledi, Francine, Dide, Getulio Brizola, Professor, Bivaldo, Remi, Norma, Noêmia, Mexicano, Pãozinho, Pistoia, Macaco, Giba, Rosane, Edmundo, João, Teresa, Hofmeister, Allei, Gamito, Damico, Danilo, Manina, Lila, Teca, Pulga, Luzia, Wagner, Anelise, Nice, Anissis, Reizinho, Jucemar, Flores, Bandeira, Vanzelotti, Virgínia, Isaura, Inês, Dinho, Celina, Deco, Ataliba, Menaura, Valtinho, Arnóbio, Loly, Justo, Tuka, Eliziário, Ticão, Bel, Jane Toniolo, Chumbão, Guiga, Fe, Roque Fachel, Fachel, João Satt, Circe, Diná, Ivo, Arlete, Antonia, Beth Dragão, Irã, Mara, Irma, Ernani, Coco, Rejane, Regina, Régis, Malu, Zazá, Erna, Cachoeirinha, Mario Argolo, Dete, Rafael Cony, Canavieira, Arlém, Florinda, Sebão, Adelina, Clóvis, Marina, Nilton, Evaldo, Warpechowsky, Cao, Kalunga, Adair, Rubão, Credi, Dari, Frederico, Eraldo, Ângelo, Papu, Flávio Dutra, Sandro, Jean, Grilo, Kika, Bruna, Duda, Ferraz, Pedro, Kochenborger, Evinha Mendonça, Jorge Mendes, Cícero Soares, Tuti, Tutti, Airton, Amilton, Marlei, Evandro, Caio, Sergio Gonzales, Olívia, pitan,  Aldori, Sadi, Polaca, João Vitor, Eron, Gema, Isar, Fachin, Tchóin, Chumbinho, Charuteiro, Zé, Fossá, Frank, Volmar, Hélio, Lahire, Renilda, Salada, Nanão, Rosaura, Alcina, Gladis, Py, Juca, Poeta, Pelotas, Pepino, Renê, Pochoca, Caduco, Vladimir, Jo, Português, Henrique, Plínio, Benê, Chico Fanta, Inalda, Lori, Pardal, Louro, Solani, Piero, Menegaz, Gilmar, Farias, Silvia, Oppermann, Marili, Veia Beiço, Cirilo, Themis, Maria Teresa, Luthi, Grando, Veio, Tourinho, Touro, Fajardo, Ygor, Saquito, Cadinho, Bleier, Tefo, Costa, Laidi, Gargamel, Mônica, Lis, Kelly, Nívia, Chacrinha, Anderson, Markito, Cabelo, Mano, Reginaldo, Jaqueline, Isadora, Luisa, Lisiane, Elaine, Daniel, Priscila, Tamara, Juliana, Zaira, Tevez, Morruga, Vander, Azeitona, Yuri, Kaká, Mazão, Jé, Galarraga, Rômulo, Guma, Denise, Diego, Alba, Analis ...